Ana Lamelas

Tecnologia biométrica de reconhecimento

Hoje, mais do que nunca, é fundamental que os utilizadores se sintam seguros ao utilizar um serviço, uma aplicação móvel ou a efetuar a inscrição num website. A prioridade para estes utilizadores é saber que os seus dados estarão, de facto, protegidos. Desta forma, a tecnologia biométrica de reconhecimento desempenha um papel fundamental, já que é uma das formas mais seguras e eficazes de autenticar o acesso dos utilizadores aos seus dispositivos móveis, às suas contas pessoais de e-mail ou mesmo às suas contas bancárias online.

A biometria tem-se tornado, então, uma das formas mais rápidas, seguras e eficazes de oferecer proteção aos indivíduos, não só por ser um dos requisitos de autenticação de cada pessoa enquanto cidadão de um país – ou não fosse a impressão digital um dos dados recolhidos e armazenados para efeitos de documentação legal – como por ser a maneira mais casual (e fiável) de proteger os nossos telemóveis. As vantagens de utilização de tecnologia biométrica de reconhecimento são, então, a eficácia, a precisão, a conveniência e a escalabilidade.

Nas TI, a biometria encontra-se maioritariamente ligada à verificação da identidade de alguém, através das suas características físicas ou comportamentais – impressão digital, reconhecimento facial, reconhecimento de voz ou mesmo a identificação da retina/ íris. Refere-se, então, a tecnologias que medem e analisam as características do corpo humano como forma de permitir ou negar acessos.

Mas como funciona esta identificação no backend? É utilizado um software que identifica pontos específicos dos dados apresentados, que são como pontos de partida. Estes pontos de partida são processados e transportados até uma base de dados que, por sua vez, utiliza um algoritmo que converte as informações num valor numérico. É este valor que irá ser comparado com a entrada biométrica registada do utilizador que o scanner detetou, e a sua autenticação é aprovada ou negada, consoante exista correspondência ou não.

O processo de identificação pode ser efetuado de duas formas: comparação de um-valor-para- muitos ou de um-valor-para-um. O processo de identificação de um-valor-para-muitos acontece quando uma amostra de um utilizador é submetida num sistema e comparada com amostras de outros indivíduos; já o processo de autenticação de um-valor-para-um funciona com apenas um utilizador, comparando os dados fornecidos com os dados anteriormente submetidos – como acontece  nos nossos dispositivos móveis.

Existem inúmeros tipos de leitura biométrica, sendo que estes são os mais comuns:

  1. Impressão digital (uma das tecnologias biométricas de identificação mais utilizadas e mais económicas, já que apresenta um grau de precisão bastante considerável. Na verificação de uma impressão são analisados vários pontos do dedo, como terminações e arcos únicos). Exemplos: aplicações Médis, MBWay ou Revolut;
  2. Reconhecimento facial (através de uma imagem facial do utilizador, constituída por vários pontos de identificação da face, é possível definir distâncias entre olhos e nariz, por exemplo, a estrutura óssea e os contornos de cada componente do rosto. Esta forma de leitura pode apresentar falhas consoante o utilizador tenha óculos de sol ou barba). Exemplo: Face ID da Apple;
  3. Reconhecimento de voz (a identificação é feita através de uma análise aos padrões de voz de cada indivíduo, juntando uma combinação entre fatores físicos e comportamentais. No entanto, não é das formas de reconhecimento mais fiáveis). Exemplos: Siri, da Apple, ou Alexa, da Amazon;
  4. Identificação pela íris/ pela retina (menos utilizada, a identificação pela íris/ retina acontece com o armazenamento dos contornos e padrões geométricos existentes – no caso da íris – e com a identificação de um indivíduo através de vasos sanguíneos no fundo dos olhos – no caso da retina. A garantia de fiabilidade é muito elevada, mas o custo é muito alto, o que faz com que não seja utilizada de forma massiva). Leia este artigo sobre identificação de identidade no setor da banca;
  5. Estilo de escrita (biometria comportamental baseada no tipo de escrita) (por fim, outra forma de autenticar um utilizador, é através da sua escrita – por exemplo, uma assinatura – já que a pressão no papel, a velocidade de escrita ou os movimentos exercidos no ar são muito difíceis de imitar. Esta é uma forma de autenticação mais antiga, utilizada fundamentalmente pela banca). Veja o artigo sobre a Read API, Microsoft Azure.
Ana LamelasTecnologia biométrica de reconhecimento
read more

Sorteio Agile Portugal 2019 – Termos e Condições

Termos e Condições de Participação no Sorteio de 2 bilhetes para o evento Agile Portugal 2019

A participação no sorteio “Bilhetes para o evento Agile Portugal 2019 – Porto” é promovida pela Xpand Solutions – Informática e Novas Tecnologias, Lda (adiante designada por Xpand IT) e implica a total aceitação dos Termos e Condições de Participação aqui designados.

Regras de participação:

  1. O sorteio é online e decorrerá de dia 24 de maio de 2019 até 28 de maio de 2019 nas contas oficiais de Facebook – https://www.facebook.com/XpandITPortugal/ e LinkedIn – https://www.linkedin.com/company/xpand-it da Xpand IT. A Xpand IT reserva-se o direito de alterar as datas do sorteio.
  2. São válidas as participações no sorteio que cumpram todos os seguintes requisitos:
  • Maiores de 18 anos;
  • Residentes em Portugal;
  • Atuais ou novos seguidores das contas oficiais de Facebook e LinkedIn que participem no sorteio;
  • Pessoas com contas ativas no Facebook e LinkedIn e cujos perfis à data da participação sejam passíveis de identificação como pertencentes às pessoas que as utilizam;
  • Pessoas que não estejam envolvidas ou tenham vínculo com as promotoras do Agile Portugal 2019 bem como com a Xpand IT.
  1. O sorteio destina-se a oferecer exclusivamente 2 bilhetes individuais para o evento Agile Portugal 2019 (https://2019.agilept.org/), a decorrer no dia 31 de maio, no Porto.
  2. O apuramento dos vencedores será feito pela Xpand IT através de sorteio aleatório com recurso à plataforma random.org.
  3. É proibida a participação no sorteio da Xpand IT para fins contrários à Lei e que sejam suscetíveis de causar prejuízo a terceiros, ou que, de qualquer forma, lesionem a sua honra, dignidade, imagem, intimidade, crenças, ideologias, crenças religiosas ou qualquer outro direito reconhecido legalmente. O participante não pode assumir a identidade de outra pessoa utilizando para o efeito dados de identificação desta.

Modo e condições de participação

  1. A participação no sorteio deve ser feita exclusivamente da seguinte forma:
    • Seguir a conta oficial de Facebook e LinkedIn da Xpand IT;
    • Fazer like no post do Facebook e LinkedIn da Xpand IT sobre o Agile Portugal 2019;
    • Fazer 1 (um) comentário e “taggar” dois amigos no post. 
  2. Serão aceites todas as participações feitas até às 10h00 do dia 28 de maio.
  3. Por cada conta de Facebook e LinkedIn será validado para efeitos do sorteio 1 (um) comentário.
  4. Não serão validados quaisquer comentários que contenham afirmações com linguagem imprópria, conteúdos difamatórios e/ou caluniosos, que sejam suscetíveis de causar prejuízo a terceiros e de lesionar a dignidade, honra, crenças e imagem de outras entidades ou utilizadores de contas de Facebook ou LinkedIn. A Xpand IT reserva-se o direito de eliminar comentários e/ou bloquear contas que tenham os comportamentos acima descritos.
  5. O sorteio realiza-se no dia útil em que o sorteio termina, após as 10h00 do dia 28 de maio.
  6. A comunicação aos vencedores é feita através de mensagem privada na conta de Facebook ou LinkedIn e só se concretiza após a indicação pelo utilizador dos seguintes dados pessoais:
    • nome (primeiro e apelido);
    • email profissional válido;
    • empresa.
  7. A comunicação dos vencedores é feita através das contas oficiais de Facebook e LinkedIn da Xpand IT, com identificação das contas vencedoras através de um post.
  8. Será disponibilizada online, no portal https://www.xpand-it.com/pt-pt/, na área exclusiva do sorteio, uma página web com toda a informação, termos e condições de participação sobre o sorteio.

Entrega do prémio

  1. Os 2 bilhetes de entrada no evento Agile Portugal 2019 serão entregues por email (através do email profissional fornecido), ao longo do dia 28 de maio.
  2. A entrega do prémio é da inteira responsabilidade da Xpand IT não podendo ser assumida por outra entidade ou pelos promotores do evento.
  3. A Xpand IT pode dar lugar à substituição do prémio a todo o tempo, comunicando assim que possível aos vencedores.
  4. Cada bilhete é individual e intransmissível, não podendo ser substituído no dia por outro prémio, convertido em dinheiro ou transmitido a outra pessoa, por qualquer razão.
  5. Em caso de cancelamento do evento, não haverá lugar ao reembolso do prémio.

Tratamento de dados pessoais

  1. A Xpand IT garante a reserva da identidade de cada participante.
  2. A Xpand IT, nos fins estritos de desenvolvimento e persecução do sorteio, irá recolher e fazer o tratamento dos dados dos participantes vencedores, podendo incluir os mesmos num ficheiro de propriedade exclusiva da Xpand IT, que os salvaguardará.
  3. Os participantes vencedores poderão exercer os seus direitos de cancelamento e/ou retificação dos seus dados mediante solicitação escrita dirigida à Xpand IT ou através do email data.protection@xpand-it.com.
Ana LamelasSorteio Agile Portugal 2019 – Termos e Condições
read more

5 livros de Business Intelligence que não pode deixar de ler

Na Xpand IT, acreditamos que Business Intelligence vai muito para além de relatórios e dashboards: somos experts em soluções de BI, e desenvolvemos projetos sempre com o intuito de acrescentar valor aos negócios. São muitas as empresas que já apostam em softwares de análise de dados e que reconhecem o potencial que a recolha de insights representa para as organizações. No entanto, ainda existe uma franja de empresas que não reconhecem o devido valor à análise de dados internos e que não os fornecem, por sua vez, aos seus clientes. Por isso, reunimos um conjunto de 5 livros de Business Intelligence que não pode deixar de ler, se quiser apostar numa estratégia de BI completa e adequada à sua realidade. Na era digital, escolhemos formatos físicos para ajudá-lo a compreender as estratégias de BI modernas que pode implementar, e que vão muito para além do padrão comum.

Como disse John Owen: “Data is what you need to do analytics. Information is what you need to do business.”

1. Business Intelligence Guidebook: From Data Integration to Analytics

Rick Sherman – 1ª edição, novembro 2014

Este livro é um dos livros mais completos sobre os temas de Business Intelligence e Data Integration, e aborda desde os tópicos mais simples até às arquiteturas mais complexas. O autor garante que, depois de ler este livro, será capaz de desenvolver um projeto de BI e de lançá-lo, geri-lo e entregá-lo a tempo e dentro do budget. Conseguirá, ainda, implementar uma estratégia completa na sua empresa – utilizando o suporte das ferramentas indicadas.

Se aquilo que procura é uma fonte de informação fidedigna que lhe explique quais as melhores práticas, as melhores abordagens, e que lhe apresente um overview completo de todo o ciclo de vida de um projeto de BI, adaptável a empresas de qualquer dimensão, não procure mais: este é o livro indicado.

2. Data Strategy: How to Profit from a World of Big Data, Analytics and the Internet of Things

Bernard Marr – 1ª edição, abril 2017

O autor parte da premissa de que menos de 0.5% dos dados gerados estão a ser, neste momento, analisados e utilizados, e constrói uma narrativa que pretende convencer os líderes das empresas a apostar em estratégias de de Business Intelligence, focando-se nas mais-valias para o crescimento dos negócios.

Complementado com casos de estudo e exemplos reais, este exemplar explica como traduzir os dados gerados pelas empresas em insights de apoio a tomadas de decisão estratégicas, com o objetivo de melhorar a performance e o negócio das empresas através da conjugação entre Big Data, Analytics e Internet of Things.

3. Agile Data Warehouse Design: Collaborative Dimensional Modeling, from Whiteboard to Star Schema

Lawrence Corr e Jim Stagnitto – 1ª edição, novembro 2011

Este é um livro para os profissionais que procuram implementar os requisitos de Data Warehousing e de Business Intelligence e torná-los em modelos dimensionais, através da BEAM (Business Event Analysis & Modeling) – uma metodologia agile para os modelos dimensionais que tem como objetivo melhorar a comunicação entre os designers do Data Warehouse, os BI stakeholders e todo o departamento de desenvolvimento de ambas as partes.

Se pretende implementar esta metodologia na sua empresa ou se, apenas, tem curiosidade em saber mais sobre esta abordagem, aconselhamos a explorar este livro que inclui, entre outros, tópicos como: data modeling, visual modelling, ou data stories, utilizando os 7 Ws (who, what, when, how many, why and how).

4. Successful Business Intelligence: Unlock the Value of BI & Big Data

Cindi Howson – 2ª edição, novembro 2013

Não é o exemplar mais recente, mas a riqueza de informação que traz faz com que continue a ser um dos grandes livros sobre Business Intelligence que não pode mesmo deixar de ler. A autora, Research Vice President na Gartner e BI Analyst, levou a cabo um estudo cujo objetivo foi identificar as estratégias de analytics implementadas por alguns dos maiores players no mercado.

Este livro é mais do que um exemplar teórico, é um manual valioso que conta histórias e abordagens de sucesso a BI, e que explica porque é que as estratégias a implementar não podem ser iguais para todas as empresas. Para além disso, inclui dicas sobre como conseguir um bom alinhamento entre a estratégia de BI e os objetivos de negócio de uma empresa. Sem dúvida, um dos melhores livros sobre esta temática.

5. Business Intelligence – Da Informação ao Conhecimento

Maribel Yasmina Santos e Isabel Ramos – 3ª edição, setembro 2017

Este é o único livro de origem portuguesa na lista, e é bastante completo, já que explica desde o conceito mais básico da análise de dados, até à demonstração de como as tecnologias de BI são utilizadas – através do armazenamento em Data Warehouses até à análise destes dados (On-Line Analytical Processing e Data Mining), e de como o conhecimento adquirido pode ser aproveitado pelas empresas para sustentarem as suas tomadas de decisão.

Um livro obrigatório, quer seja um profissional da área à procura de uma fonte de informação complementar, quer procure motivos para implementar uma estratégia de Business Intelligence na sua empresa.

Se precisa de saber mais sobre algum dos tópicos acima mencionados, ou se pretende implementar uma estratégia de BI, fale connosco!

Ana Lamelas5 livros de Business Intelligence que não pode deixar de ler
read more

ITIL: boas práticas para melhorar o seu IT Service Management

ITIL é um acrónimo para Information Technology Infrastructure Library e é um conjunto de boas práticas que permitem melhorar a operação e a gestão de todos os serviços de IT de uma empresa. Quando implementado pelas organizações, este conjunto de práticas torna-se uma mais-valia inequívoca, uma vez que apresenta vantagens como a melhor gestão de riscos, o fortalecimento das relações com os clientes, a melhoria da produtividade e mesmo a redução de custos.

Desenvolvida no ano de 1980 pela Central Computer and Telecommunications Agency (CCTA) – pertencente ao governo Britânico – esta é a principal framework que permite estabelecer um bom IT Service Management (ITSM). Começou por ter mais de 30 livros, que aglomeravam inúmeras fontes de informação e que descreviam as boas práticas que as TI deveriam seguir. Neste momento, a ITIL conta com cinco livros que abordam os vários processos e funções (sendo 26 o número total de processos que podem ser adotados pelas empresas).

Em 2005 esta framework foi finalmente reconhecida e adquiriu o selo de aprovação ISO/IEC 20000 Service Management, por se encontrar em conformidade com o standard pretendido e por estar alinhado, de facto, com as melhores práticas em Tecnologias da Informação.

A ITIL sofreu algumas revisões ao longo da sua história e conta já com 4 versões, tendo a última sido lançada no início de 2019. Esta versão, mais atual, mantém um enorme foco e preocupação com a automatização de processos, de forma a otimizar o tempo dos profissionais, e com a integração dos departamentos de IT nos negócios – de forma a melhorar a comunicação entre equipas e pessoal técnico e não técnico. A versão 4 apresenta novas formas de responder aos desafios da tecnologia moderna, e pretende caminhar para ser cada vez mais agile e colaborativa.

Para implementar ITIL numa empresa não basta ler os livros existentes. É necessário ter profissionais dedicados a esta área, com o mindset indicado, e garantir formações e certificações tanto para a empresa como para esses profissionais. A certificação, de acordo com a versão 4 do ITIL, divide-se em dois patamares: ITIL Foundation e ITIL Master – cada um com os seus exames e conteúdos programáticos. No módulo ITIL Foundation existem duas possibilidades: a certificação ITIL Managing Professional (que oferece certificação como ITIL Specialist) e a certificação ITIL Strategic Leaders (que, por sua vez, inclui certificado para ITIL Strategist e ITIL Leader). Após completar as certificações do nível Foundation, pode dar o salto para o nível Master – a certificação mais elevada que pode ter no ITIL 4. No quadro abaixo pode verificar o esquema completo:

ITIL

O ITIL divide-se em cinco grandes áreas – Service Strategy; Service Design; Service Transition; Service Operations e Continual Service Improvement – sendo que cada área apresenta os seus processos. Embora esta framework apresente, ao todo, 26 processos, não é necessário que as empresas os adotem na sua totalidade. Cabe aos profissionais de IT, e, no limite, ao CTO, definir quais os procedimentos a integrar nas equipas. Aqui ficam alguns exemplos dos processos mais utilizados:

ITIL
Ana LamelasITIL: boas práticas para melhorar o seu IT Service Management
read more

Xpand IT entra no ranking FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies

É com muito orgulho que a Xpand IT anuncia a sua entrada no ranking Europe’s Fastest Growing Companies, do reconhecido jornal internacional Financial Times! Com um crescimento sustentado que ultrapassou os 45% em 2018, a Xpand IT foi considerada uma das 1000 empresas em toda a Europa que mais depressa cresceu, tendo em conta os resultados consolidados entre 2014 e 2017.

Mais de 10 Milhões de faturação e cerca de 195 colaboradores foram os números que nos garantiram um lugar nesta lista, sendo que desde então já demos o salto para 15 Milhões de faturação e para mais de 245 colaboradores. Assim, das três empresas tecnológicas portuguesas presentes no ranking, a Xpand IT é a que apresenta melhores resultados a nível de faturação e de aquisição de novo talento.

Para Paulo Lopes, CEO & Senior Partner da Xpand IT, “Integrar o ranking Europeu FT 1000 é o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver nos últimos anos. Somos reconhecidos pelo nosso know-how e expertise na área tecnologia, mas também por uma equipa e cultura únicas, focada na excelência e inovação, o que torna mais fácil atingirmos este tipo de resultados.”

O objetivo para este ano será manter a tendência de crescimento, não só através da expansão para novos mercados, mas também com o aumento da equipa, que em 2019 se espera que chegue ao redondo número de 300 Xpanders!

Ana LamelasXpand IT entra no ranking FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies
read more

7 passos para implementar um projeto de Data Science

Entende-se por data science o conjunto de métodos e processos aplicados a um problema complexo e concreto, com o intuito de o resolver. Pode ser utilizada a inferência de dados, o desenvolvimento de algoritmos e a tecnologia para analisar os dados recolhidos e entender alguns fenómenos, identificando padrões. É necessário que os data scientists tenham conhecimentos matemáticos e tecnológicos, e que tenham o mindset certo para atingir os resultados esperados.

O objetivo, no fundo, é que, através da unificação de conceitos como a estatística, a análise de dados e o machine learning, se possam desvendar comportamentos, tendências ou inferências em determinados dados, que não seriam possíveis identificar mediante uma análise simples. É a descoberta de valiosos insights que permitirá às empresas tomar melhores decisões de negócio e potenciar investimentos importantes.

Neste blog post desvendamos 7 passos importantes para que um projeto de data science possa ser implementado de forma a alcançar o sucesso.

1. Definir o tópico de interesse /pain-points da empresa

Para dar início a um projeto de data science é necessário perceber o que se estará a tentar descobrir. Que problema apresenta a empresa ou que objetivos se pretende atingir? De que tempo a empresa dispõe para trabalhar neste projeto? Como irá ser medido o sucesso?

Por exemplo, a Netflix utiliza técnicas avançadas de análise de dados  para descobrir padrões de visualização por parte dos seus clientes, de forma a tomar decisões mais acertadas sobre as séries que produzirá de seguida; já a Google utiliza algoritmos de data science para aprimorar a colocação e demonstração de banners em display, seja publicidade ou re-targetting

2. Obter os dados necessários

Depois de definido o tópico de interesse, o foco passa a estar na recolha dos dados fundamentais para elaborar o projeto, provenientes das bases de dados disponíveis. Existem inúmeras fontes de dados, sendo que as mais comuns são bases de dados relacionais, sendo que existem também fontes de dados semi-estruturadas. Outra forma de recolher os dados necessários é efetuar as ligações adequadas a web APIs ou retirar diretamente dos websites que se pretendam eventualmente analisar (web scraping).

3. “Polir” os dados recolhidos

Este é o passo seguinte – e o que se revela mais natural – já que depois de extraídos os dados das suas bases originais, é necessário filtrá-los. Este processo é indispensável, uma vez que ao analisar dados sem relevância os resultados poderão ser desvirtuados.

Em alguns casos, será necessário alterar dados e colunas, para verificar se não existem variáveis em falta. Por isso, um dos passos a ter em conta é a junção de informação proveniente de diversas fontes, para que, no final, se possa trabalhar com uma boa base, criando um workflow eficiente.

É, também, conveniente que os data scientists tenham conhecimento acerca de algumas ferramentas, como Python ou R, que lhes permitam realizar a tarefa de “polir” os dados da forma mais eficiente.

4. Explorar os dados

Quando os dados extraídos estiverem prontos e “polidos”, é necessário proceder a uma análise. Cada tipo de fonte de dados tem características diferentes, o que implica que tenham um tratamento também diferente. Neste ponto, o fundamental é que se criem estatísticas descritivas e que se testem hipóteses – variáveis significantes.

Depois de testadas algumas variáveis, o próximo passo é colocar os dados obtidos num software de data visualisation, para que se consiga encontrar algum padrão ou tendência.  E, agora sim, podemos passar para a inclusão da inteligência artificial e do machine learning.

5. Criar modelos analíticos avançados

Esta é a parte em que se modelam os dados recolhidos, tratados e analisados. É o momento de criar modelos para que se possam, por exemplo, predizer resultados futuros. No fundo, é nesta fase que os data scientists utilizam fórmulas de regressão e algoritmos para que se possam criar modelos preditivos e prever valores e padrões futuros, de forma a generalizar ocorrências e a tornar mais eficientes as decisões.

6. Interpretar os dados / recolher insights

Encontramo-nos praticamente no último nível de implementação de um projeto de data science. É a fase em que é necessário interpretar os modelos definidos e descobrir insights importantes para o negócio – encontrar generalizações para aplicar em dados futuros – e responder ou endereçar as questões que foram colocadas no início do projeto.

O objetivo de um projeto deste género é, precisamente, encontrar padrões que ajudem a empresas a tomar decisões: caso se deva evitar um comportamento ou repetir ações que tenham resultados manifestamente positivos.

7. Comunicar os resultados

A apresentação é também bastante importante, já que tem de ser claro para os stakeholders (muitas vezes, pessoal não técnico) quais os resultados do projeto. O data scientist tem de ter o “dom” de contar uma história, para que todo o processo faça sentido e para que encaixe na resolução do problema da empresa.

Se pretende saber mais sobre projetos de data science ou se procura aconselhamento, não hesite em contactar-nos.

Ana Lamelas7 passos para implementar um projeto de Data Science
read more

8 razões para escolher soluções Atlassian na versão data center

Um data center é o ambiente que permite a agregação da infraestrutura necessária para manter em bom funcionamento todos os sistemas de uma organização, ou, neste caso, para efetuar o deploy de produtos e/ou aplicações. Os data centers são projetados para garantir o tráfego, o processamento e o armazenamento de enormes quantidades de dados, sendo que o da Atlassian foi especificamente concebido para funcionar como mais uma opção para os seus clientes, que poderão optar por efetuar o deploy dos produtos que utilizam, como Jira Software, Confluence ou Jira Service Desk, na cloud, no server ou no data center. Os seus cinco pilares principais são: a alta disponibilidade, a escalabilidade, o desempenho, a segurança e, claro, o custo.

Se utiliza ferramentas Atlassian, utilizá-las na opção de data center é, agora, uma hipótese. Mas será esta a melhor solução para a sua empresa? Descubra quais as 8 razões para escolher soluções Atlassian na versão data center e qual o melhor momento para fazer o upgrade.

Quais os benefícios do data center da Atlassian?

  1. Escalabilidade: o data center da Atlassian foi especificamente constituído para crescer à medida das necessidades das empresas. Poderá adicionar nodes ao seu cluster, sem se preocupar com perdas de performance ou com donwtimes (quando planear upgrades, por exemplo, poderá ativar a característica de read-only, que permitirá aos seus clientes continuarem a visualizar as páginas e a pesquisar enquanto os trabalhos de manutenção decorrem).
  2. Alta disponibilidade: o armazenamento de toda a informação em clusters ativos permite que o acesso por parte das equipas seja constante e ininterrupto, reduzindo falhas que possam existir por parte das aplicações empresariais.
  3. SAML 2.0: o data center da Atlassian utiliza este protocolo com o intuito de garantir a conformidade e simplificar a experiência de login. Desta forma, a Atlassian garante que o sistema de autenticação se encontra seguro (através de tokens específicos).
  4. Escolha de infraestrutura: no modelo de data center poderá optar por implementar as aplicações on-premise ou em fornecedores de IaaS, como Azure ou Amazon Web Services.
  5. Disaster Recovery: a Atlassian garante que o seu negócio poderá continuar a funcionar sem problemas, através de uma estratégia completa de Disaster Recovery, quer a interrupção de sistema tenha sido total ou parcial.
  6. Ecossistema verificado: todas as aplicações desenvolvidas em ambiente de data center são verificadas nos seus tempos de resposta, escala e bases de dados suportadas.
  7. Garantia de performance: à medida que a sua organização cresce, cresce também a necessidade de manter a qualidade do trabalho desenvolvido e da performance. No data center da Atlassian poderá eliminar todo o desperdício que atrasa a sua equipa (por exemplo, através do arquivamento de projetos, que lhe permite encontrar a informação que realmente lhe interessa).
  8. Controlo: poderá ter total controlo sobre as necessidades de compliance, de segurança e de regulamentação.

Quando deve fazer o upgrade?

O data center da Atlassian garante-lhe acesso às mesmas funcionalidades, aplicações e produtos do que o server. Para além disso, ambas as opções fornecem um controlo quase total sob os seus dados e a sua infraestrutura. No entanto, o data center apresenta algumas vantagens comparativamente – quando a sua empresa atinge um novo patamar de crescimento – já que, por exemplo, o server corre num único node e o data center corre em múltiplos nodes.

O data center foi, precisamente, projetado para acompanhar os clientes do modelo server,
à medida que estes crescem e a sua organização amadurece. Assim sendo, quando deve considerar fazer o upgrade para o data center? Tenha em conta as seguintes variáveis:

Número de utilizadores: quantos utilizadores acedem às suas aplicações numa base diária? Segundo a Atlassian, “aplicações como o Jira Software, o Confluence ou o Bitbucket necessitam de mais estabilidade quando atingem os 500 a 1000 utilizadores. No caso do Jira Service Desk, por norma, os upgrades acontecem quando se atinge os 50 utilizadores”.

Performance: à medida que a dimensão da sua empresa aumenta, também a performance tem de aumentar em proporcionalidade. Para garantir que a performance dos seus sistemas se mantem, deve avaliar se o número de utilizadores permite manter a mesma qualidade.

Downtime: é fundamental avaliar quais os custos de downtime para a sua empresa. Se considera que são custos elevados e que não os pode suportar, talvez a solução passe por avaliar o modelo de data center.

Administração: considera que passa demasiado tempo a gerir pedidos e a tratar de questões que deveriam ser simples? O data center oferece aos Administrators a possibilidade de simplificar inúmeras tarefas, tais como conceder e retirar acessos ou gerir pedidos de alteração de passwords.

Se precisa de avaliar qual a melhor opção para a sua empresa, não hesite em contactar-nos.

Ana Lamelas8 razões para escolher soluções Atlassian na versão data center
read more

Os 10 melhores eventos internacionais de Big Data em 2019

Big Data. Uma tendência, uma buzzword, ou uma necessidade?  Na Xpand IT acreditamos que pode ser um misto de todos estes conceitos e muito mais. Temas como inteligência artificial, Internet of Things, machine e deep learning ou data science entram no panorama tecnológico e começam a tornar-se apostas claras no investimento das empresas. Entre connosco no universo dos dados e descubra os 10 melhores eventos internacionais de Big Data em 2019.

1. Data Fest 2019

O Data Fest 2019 é uma espécie de festival constituído por 6 eventos de dimensões variáveis que acontecerão um pouco por toda a Escócia. Com temas fundamentais como data science ou inteligência artificial (IA), o objetivo deste festival é pensar a revolução dos dados, bem como a sua inovação.

Dos 6 eventos que constituem o Data Fest 2019, fazem parte:

  • Data Summit (conferência internacional que irá decorrer entre os dias 21 e 22 de março, no espaço The Assembly Rooms, em Edimburgo);
  • Data Talent (que pretende juntar estudantes de engenharia e profissionais das áreas de TI com o intuito de criar um evento de networking e discussão sobre temas tecnológicos variados. Irá decorrer no dia 19 de março, no Hilton Hotel, em Glasgow);
  • Fringe Events (séries de eventos como meetups, hackathons, debates e workshops, que pretende juntar profissionais de diversas indústrias. Decorrerá entre os dias 11 e 22 de março, um pouco por toda a Escócia);
  • Data Tech (evento que pretende juntar membros da indústria, do setor público ou das academias, com o intuito de realizar apresentações técnicas e de partilhar conhecimento. Este evento irá acontecer no dia 14 de março, no Museu Nacional da Escócia, em Edimburgo).
Data: ao longo de todo o mês de março
Local: Escócia – GB
Web: https://www.datafest.global

2. AI Tech World

Chama-se AI Tech World mas nem só de inteligência artificial se irá falar neste evento. Temas como big data, segurança na cloud, DevOps ou data centers estarão também na ordem de trabalhos desta conferência, bem como a importância da ética no desenvolvimento de soluções com recurso a IA.

Ao longo de dois dias poderá contar com as palestras mais inspiradoras, de alguns dos melhores profissionais que integram equipas de TI de topo, e parcerias com empresas como a Hitachi ou a MariaDB. 

Data: 12 e 13 de março
Local: ExCeL London, Londres – GB
Web: https://www.bigdataworld.com/ai-tech-world

3. Data Innovation Summit

Este ano realiza-se a quarta edição do Data Innovation Summit, que irá abordar temas específicos na área de big data, como data engeneering, machine learning, deep learning ou data management. Com 6 palcos e mais de 100 speakers, este será o maior evento sobre tecnologia e inovação a acontecer em países nórdicos, e um dos maiores em toda a Europa.

O objetivo deste evento de Big Data passa por juntar as empresas mais bem-sucedidas a nível mundial e os melhores profissionais da área, e debater novos modelos de negócio, formas de aumentar lucro e melhorar a satisfação dos clientes.

Data: 14 e 15 de março
Local: Kistamässan, Estocolomo – Suécia
Web: https://datainnovationsummit.com

4. DataWorks Summit

Ideias, insights e inovação. São estes os três conceitos que compõem o mood do DataWorks Summit, que irá realizar-se em Barcelona. Este é um evento que pretende discutir os principais avanços em áreas da tecnologia como Inteligência Artificial, Machine Learning, IoT ou Cloud, e cujo objetivo é juntar pioneiros destas áreas para, em conjunto, darem resposta às questões mais importantes.

Para além disso, o foco estará nas tecnologias open source, e como estas podem ajudar as organizações a alavancarem todos os seus processos de transformação digital.

Data: 18 e 19 de março
Local: Centre de Convencions Internacional de Barcelona, Barcelona – ES
Web: https://dataworkssummit.com/barcelona-2019/

5. Spark & AI Summit 2019

Ainda sem data definida para 2019, o Spark & AI Summit é um evento a não perder este ano, já que é o maior evento a nível mundial no que a Apache Spark diz respeito. Este ano, um dos principais focos será em Inteligência Artificial, tópico dentro do qual ser irá discutir, por exemplo, carros autónomos, reconhecimento de voz e imagem, chatbots inteligentes ou mesmo novas frameworks de deep learning.

Como a maior comunidade open source do mundo no universo de Big Data, Apache Spark é utilizado pelas maiores empresas a nível mundial, como eBay ou Netflix, o que faz deste um evento para manter no radar.

Data: TBC – inscrições abertas dia 8 de abril
Local: TBC, Amesterdão – NL
Web: https://databricks.com/sparkaisummit/europe

6. Strata Data Conference

A Strata Data Conference é uma conferência organizada em parceria pela O’Reilly e pela Cloudera, e, este ano, pretende ser o epicentro dos dados e dos negócios, oferecendo talks e trainings em inúmeras vertentes. Em 2019, esta conferência irá focar-se em inteligência artificial, ou não fosse esta uma das keywords do momento, mas também irá abordar temas tão abrangentes como a ética, a privacidade e a segurança dos dados.

Este evento promete colocar os participantes em contacto com os melhores profissionais das mais diversas áreas do mundo tecnológico, como data scientists, engenheiros, analistas, developers ou mesmo investigadores em áreas como IA ou IoT.

Data: 29 de abril a 2 de maio
Local: ExCeL London, Londres – GB
Web: https://conferences.oreilly.com/strata/strata-eu

7. AI & Big Data Expo

Londres e Amesterdão são as duas cidades europeias por onde o evento AI & Big Data Expo irá passar, e pode esperar temas como inteligência artificial, IoT, Blockchain, transformação digital ou mesmo cyber segurança.

Para esta conferência são esperados mais de 36,000 participantes e mais de 1,500 speakers de algumas das maiores empresas a nível mundial, tais como Google, Amazon, Coca-cola, Adidas, Uber, Twitter ou HP. Se pretende ter acesso a uma montra de nível internacional do que de melhor se faz nos departamentos de TI, opte por ir a este evento. Tem dois locais e duas datas à escolha:

Data Londres: 25 e 26 de abril
Local Londres: Olympia, Londres – GB
Web Londres: https://www.ai-expo.net/global/
Data Amesterdão: 19 e 20 de junho
Local Amesterdão: RAI, Amesterdão – NL
Web Amesterdão: https://www.ai-expo.net/europe/

8. Kafka Summit Londres

Se é Developer, Operator ou Data Scientist, este evento é para si. O Kafka Summit promete trazer talks com profissionais de empresas de referência no universo da tecnologia streaming, com o intuito de partilhar conhecimento e fomentar dinâmicas de networking. Como o próprio nome indica, este evento é o local indicado para contribuir para, mas também retirar conhecimento da comunidade dedicada à plataforma Apache Kafka.

A tecnologia Confluent disponibilizará, ainda, uma sessão de training, cujo objetivo é introduzir Apache Kafka aos seus novos utilizadores, explorando os princípios fundamentais e o desenvolvimento de aplicações.

Data: 13 e 14 de maio
Local: Park Plaza Westminster Bridge, Londres – UK
Web: https://kafka-summit.org/events/kafka-summit-london-2019/

9. J on the Beach

É developer ou DevOps? Trabalha com tecnologias de Big Data? Gosta de praia? Se a sua resposta foi sim a todas estas questões, este evento é, sem dúvida, para si. O J on the Beach (JOTB) é uma conferência que pretende fomentar a partilha de experiências e truques relacionados com o universo dos dados, que abordará temas como Data Visualisation, IoT & Embedded ou ainda Functional Programming, entre muitos outros tópicos.

Para além das talks, ainda poderá participar numa Hackathon cujo objetivo será desenvolver uma solução distribuída de Data Science. E o local? Uma belíssima praia de Marbella.

Data: 15 a 17 de maio
Local: Palacio de Congressos de Marbella, Marbella – ES 
Web: https://jonthebeach.com/

10. Gartner Data & Analytics Summit

O Gartner Data & Analytics Summit procura trazer uma maior clareza a questões já tão debatidas como a transformação digital, a inteligência empresarial ou mesmo os dados. O objetivo passo por partilhar novas estratégias e por dissecar quais as melhores práticas para que possa fazer da sua empresa uma vencedora nesta economia digital.

Para além de poder contar com uma grande componente de networking, ainda terá a oportunidade de aprender, hands-on, qual o plano de ações com mais resultados, com base em pesquisa feitas pela Gartner.

Data: 19 e 20 de novembro
Local: Hotel Kap Europa, Frankfurt – DE
Web: https://www.gartner.com/en/conferences/emea/data-analytics-germany

Se quiser saber mais sobre como as nossas soluções de Big Data podem ajudar o seu negócio, entre em contacto connosco aqui.

Ana LamelasOs 10 melhores eventos internacionais de Big Data em 2019
read more

Building the Future: juntos ativámos Portugal!

A primeira edição do evento Building the Future: Ativar Portugal realizou-se no passado mês de janeiro (entre os dias 29 e 30), e foi organizado pela Microsoft, em conjunto com a agência imatch.

Mais de 3.000 participantes, 100 oradores, 60 sessões e 50 parceiros. Foram estes os números de um dos eventos tecnológicos mais aguardados, que acabaram por revelar que o investimento na transformação digital é, de facto, uma das principais prioridades para um número bastante significativo de empresas. A Xpand IT teve o privilégio de fazer parte deste enorme sucesso, e pode afirmar que com o Building the Future: juntos ativámos Portugal!

Para Paula Braz, Marketing Manager da Xpand IT, “O Building the Future foi um evento extremamente interessante, já que permitiu criar (ou re-criar) uma visão de um futuro não tão longínquo, quer através de experiências proporcionadas por todos os parceiros através de diferentes sessões – desde as mais técnicas, por exemplo, como a nossa “Cognitive Lab”, na qual se ofereceu a possibilidade de aprender a desenvolver um bot, até às mais conceituais, como foi o caso das talks de Gerd Leonhard (escritor e fundador da Futures Agency), ou de Jim Stolze (líder ativo da comunidade TEDx e co-fundador da Aigency)”.

Enquanto parceira Microsoft, a Xpand IT teve a oportunidade de promover alguns dos temas abordados no evento, quer através da experiência de inteligência artificial aplicada à gamificação que desenvolveu, o Sentiment Meter, quer pela demonstração do Retail Bot, na área do Intelligent Day, ou mesmo pelas sessões dinamizadas por Jorge Borralho, Project Manager,  e Sérgio Viana, Digital Xperience Lead, da Xpand IT.

Para Sérgio Viana, Digital Xperience Lead da Xpand IT, “Abraçar a tecnologia e potenciá-la não só a favor do negócio, mas também das nossas capacidades humanas, é o caminho para construir soluções que marquem pela diferença. Não há que temer a inovação, mas sim utilizá-la com o propósito correto, alicerçada em valores éticos fundamentais e estruturais”.

Ana LamelasBuilding the Future: juntos ativámos Portugal!
read more

A Xpand IT na WSO2 Con 2018

A WSO2 Con, conferência oficial da tecnologia WSO2, aconteceu este ano em três locais a nível mundial: nos EUA (São Francisco) em julho; na Ásia (Colombo) em agosto; e na Europa (Londres) em novembro. Como parceiro certificado e revendedor WSO2, a Xpand IT marcou a sua presença no evento Europeu, entre os dias 13 e 15 de novembro, no hotel Hilton London Bankside.

A edição europeia da WSO2 Con de 2018 focou-se essencialmente na visão da WSO2 sobre Integração Ágil e contextos de negócio orientados às API’s, num mundo onde as necessidades de integração estão a crescer com a proliferação de sistemas e aplicações.

Os três dias de apresentações cobriram a visão estratégica da WSO2 sobre integração, as suas definições arquiteturais e aplicabilidade, capacidades técnicas e aplicações de negócios dos seus produtos, bem como casos de sucesso de implementações WSO2 apresentadas pelos próprios clientes. Os intervalos durante as manhãs, horas de almoço e tardes também serviram para criar um ambiente de networking entre parceiros e clientes.

Adicionalmente, estava disponível um “Oxygen Bar”, onde vários experts de todas as áreas tecnológicas da WSO2 se mostraram sempre disponíveis para qualquer esclarecimento adicional sobre os produtos e sobre a sua utilização.

Dia 1 – Transformação Digital

A manhã do primeiro dia foi preenchida com várias keynotes, sendo o primeiro apresentado pelo atual CEO da WSO2, Tyler Jewell. Nesta keynote foi apresentada a visão estratégica da WSO2 para os próximos anos, reforçando a tendência na integração e as razões que justificam, cada vez mais, uma abordagem de “API first” pelas organizações. Esta mesma visão foi corroborada por Massimo Pezzini, Vice-Presidente da Gartner, com um olhar sobre o HIP (Hybrid Integration Platform) como um facilitador digital para as organizações. Da parte da tarde, existiram sessões em três contextos diferenciados, cada um com o seu tópico: a sala vermelha com Integração e Arquitetura, a sala amarela com Stream Processing e Identity Management, e a sala verde com Open Banking e casos de sucesso.

Dia 2 – Agilidade na Integração

Tendo a Agilidade como tema, o segundo dia começou com duas keynotes muito interessantes por parte de Aria van Bannekum, fundador do Agile Manifesto, e também do CTO e Co-fundador da WSO2, Paul Fremantle. Da parte da tarde iniciaram-se novamente as três sessões paralelas: na sala vermelha o foco foi em API Management; na sala verde, casos de sucesso centrados no ecossistema de API’s; e na sala amarela demonstrações completas de produtos WSO2.

Dia 3 – Ballerina

O último dia da conferência foi integrado com o evento Ballerina Day 2018. Apesar de complementado com sessões exclusivas para debater assuntos relacionados com o novo programa de parceiros, este dia foi completamente focado em Ballerina, uma linguagem de programação open-source e cloud native, que tem sido desenvolvida para WSO2 ao longo dos últimos três anos. Esta linguagem de programação tem como objetivo endereçar a falha criada por produtos middleware “não-ágeis” e pelas atuais linguagens de programação, que são ainda demasiado complexas para lidar com cenários de integração. A Ballerina promete simplificar esta complexidade e promover a agilidade, oferecendo capacidades de middleware com o mínimo de código possível.

Está também orientada para ambientes na cloud e DevOps, por isso, permite a integração com Docker e Kubernetes.

Fique com algumas fotografias captadas durante o evento.

  • WSO2
  • WSO2
  • WSO2
  • WSO2
  • WSO2
  • WSO2

A Xpand IT tem o gosto de realizar o primeiro evento com o cunho da tecnologia WSO2 em Portugal, enquanto Certified Partner e Value-added Reseller no território nacional: o WSO2 Connect 2019Inscreva-se neste evento gratuito, e venha conhecer a plataforma que lhe permitirá colocar a sua empresa na liderança da transformação digital.

Ana LamelasA Xpand IT na WSO2 Con 2018
read more