Ana Lamelas

3 mitos e 3 verdades sobre Jira Software: apenas uma ferramenta para equipas de TI?

O Jira Software é uma plataforma de gestão que permite às equipas coordenar todas as etapas do seu trabalho, atribuir tarefas a diferentes elementos, fazer o tracking e disponibilizar reports. Mas que verdades escondidas podemos revelar sobre esta plataforma? Conheça 3 mitos e 3 verdades sobre Jira Software, e formule a sua opinião sobre este software de planeamento.

Mito 1: O Jira é uma ferramenta apenas para equipas técnicas

Vamos tirar já este mito do caminho: o Jira Software não foi feito apenas para equipas técnicas! Embora na génese do seu desenvolvimento estejam as práticas de desenvolvimento de software e as etapas que constituem todo o seu progresso, desde a fase de testes até ao deploy, o Jira Software pode ser adaptado a qualquer realidade, de qualquer equipa. Prova disso mesmo foi a implementação de Jira numa Instituição Particular de Solidariedade Social, a Associação Crescerbem, assegurada pela Xpand IT, ou, ainda, a adaptação deste software à nossa equipa de Marketing, que, desta forma, pôde começar a trabalhar sob a metodologia Scrum.

Na prática, seja de que dimensão for a sua equipa, e independentemente do ramo ou da indústria, Jira Software pode ser a solução para melhorar a produtividade e organização que tanto procura. Se quiser saber mais sobre este mito, assista à talk Agility for All, da nossa Collaboration & Dev Tools Manager, Sofia Neto Canário. Vai ver que temos razão.

Mito 2: Implementar Jira Software torna a sua equipa automaticamente ágil

Apesar de o Jira Software ser uma ferramenta direcionada para equipas agile, e apesar de melhorar a produtividade e organização, não é por implementar uma ferramenta como esta que todos os problemas que identifica na sua equipa irão desaparecer como que por magia. A implementação de Jira Software é apenas uma parte do puzzle que tem de montar: para tornar a sua equipa realmente numa equipa ágil, pressupõe-se que altere também o seu mindset.

De nada vale pedir à sua chefia a implementação de uma ferramenta de planeamento e de report, se depois não está disposto a seguir grande parte das boas práticas descritas no manifesto Agile – algumas das quais pode ler aqui. Pode parecer uma frase demasiado “inspiradora” para o assunto em causa, mas a verdade é que a mudança começa na sua forma de pensar. Jira Software é o complemento que torna real, muito mais prático e muito mais ágil, esse pensamento, incutindo nas equipas o espírito da colaboração.

Mito 3: Com Jira não são necessárias outras ferramentas de comunicação

O Jira é uma ferramenta que funciona muito melhor quando conjugada com outras ferramentas dentro do ecossistema Atlassian. Por isso, não pode esperar que alavanque a comunicação dentro das equipas sozinha – nem foi desenvolvida com esse propósito.

A comunicação entre os membros de uma equipa, presencial ou remota, é fundamental para manter os projetos on-track e para resolver possíveis entraves que possam surgir. Para além disso, existem outras opções como o Jira Service Desk ou o Confluence, que, em conjunto, fomentam a comunicação e promovem, mais uma vez, a colaboração não só entre os membros da mesma equipa, mas entre toda a organização.

 

Agora que já desmistificámos 3 mitos recorrentes sobre Jira Software, se quiser saber mais, assista ao webinar Jira Software para Equipas Agile.

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Economia de Experiência: 3 tendências para 2020

O conceito de economia de experiência não é novo, mas a sua constatação evidente e a consciencialização por parte das empresas vêem-se agora impulsionadas pelas possibilidades que a era digital proporciona e pela crescente utilização dos chamados dispositivos edge (smart watches, smart tvs, smart cars, home assistants…).

Joseph Pine e James Gilmore teorizaram sobre nós, enquanto consumidores modernos, e acordaram-nos para a realidade de que procuramos algo mais nas transações económicas, uma compra não é só a simples troca de dinheiro por um bem ou serviço. Estamos mais exigentes, e procuramos experiências memoráveis. Por isso mesmo, os autores argumentaram que cada venda realizada a um cliente deve ser tratada como um evento em si.

Mas quando é que um serviço faz a transição e pode passar a ser considerado uma experiência? Quando é altamente customizado. Como disse Joseh Pine, “Existe um antídoto para a comoditização e este chama-se customização”. Quando desenhamos uma oferta de forma tão apropriada e tão customizada para um determinado cliente, deixamos de ter um serviço e passamos a ter uma experiência de valor acrescentado – e, de facto, estamos dispostos a pagar um valor muito superior para usufruir de uma boa experiência.

Um dos exemplos clássicos desta quarta dimensão da oferta económica é o Starbucks. Quando vamos ao Starbucks não dizemos que vamos beber um café – porque, efetivamente, não vamos. Vamos, sim, pela experiência: pela decoração, pelo cheiro da loja, pelo coffe barista, pelas edições especiais de Halloween ou de Natal, pelo encontro com os amigos e porque somos tratados como um cliente único e especial. Somos chamados pelo nome. No Starbucks transforma-se uma simples mercadoria – café – numa verdadeira experiência premium. E é este o segredo. Veja-se outros exemplos semelhantes como a Uber, o Spotify ou a Airbnb.

Atualmente, as possibilidades de oferecer experiências diferenciadoras aos consumidores são infinitas, com toda a tecnologia que temos disponível e com a quantidade de dados que conseguimos recolher, e as aplicações mobile terão de ser uma forte aposta se as empresas quiserem realmente fidelizar os seus clientes. Por exemplo, aquilo que um consumidor com filhos pequenos pretende é que quando chegar ao supermercado, mesmo que as fraldas ou o leite não estejam na sua lista de compras, se estiverem em promoção, receba uma notificação a dar conta disso mesmo – experiência!

3 tendências para 2020

1. Dados Operacionais vs. Dados de Experiência

“Data is the new oil”, certo? Certo. No entanto, será que os dados que hoje em dia são recolhidos são aqueles que mais importam para uma marca conseguir proporcionar a melhor experiência aos seus clientes?

Na economia de experiência o que conta é a emoção, são os sentimentos e são os valores. E a recolha de dados tem estado centrada em dados operacionais sem ter em conta dimensões mais humanas. Por isso, como referido na talk Customer Directions: Five-Star Experience Economy, a propósito do IDC Directions 2019, as empresas devem focar-se em 5 pilares fundamentais:

  • Personalização (é necessário conhecer o cliente e falar com ele para perceber qual o seu estilo de vida, hábitos de consumo, etc);
  • Confiança (passar a mensagem aos clientes de que a marca nunca lhes irá falhar);
  • Empatia (respeitar cada cliente e as suas emoções);
  • Delivery;
  • Engagement (capacidade de relacionamento com os consumidores).

Com o cliente no centro das preocupações das empresas e com os sistemas preparados para recolher este tipo de insights – com poderosos CMS, por exemplo – tornar-se-á mais simples utilizar aquilo que sabem sobre nós realmente a nosso favor.

2. Personalização, personalização, personalização

A personalização das interações deve ser assegurada em todas as comunicações. Não basta recebermos e-mails diferentes dos nossos amigos, tendo em conta os nosso hábitos de consumo: queremos receber também newsletters customizadas, push-notifications no momento certo, descontos personalizados por mensagem… no fundo, os consumidores pretendem que as marcas antecipem as suas necessidades e que possam responder às suas questões nos momentos em que as suas necessidades se revelam.

3. Distribuição da experiência omnicanal

Se coloco um produto no meu carrinho num website, espero que esse mesmo produto me apareça na aplicação mobile. A experiência deve ser transversal aos vários canais de uma marca, e esta omnicanalidade começa nas plataformas digitais e termina nos dispositivos do nosso quotidiano, que agora são cada vez mais inteligentes: relógios, carros, televisões e até máquinas de lavar roupa (75% dos dados gerados hoje em dia já provém de dispositivos edge).

Conclusão

Vivemos numa era totalmente digital, e a forma como percecionamos o mundo, como nos relacionamos, como consumimos serviços ou produtos mudou por completo. As marcas têm forçosamente de se focar cada vez mais na experiência que oferecem aos seus consumidores, se quiserem captar a sua atenção num universo virtual cada vez mais competitivo.

Pine e Gilmore previram que as empresas teriam de centrar o seu negócio nas experiências que oferecem aos seus consumidores, e que é essa memória da experiência que se torna no seu produto – as empresas/ marcas que conseguem criar e oferecer essa experiência encontram neste modelo a sua vantagem competitiva.

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Iniciativas 2º semestre: onde vamos estar?

O 2º semestre começa em setembro e nós, apesar de ainda estarmos em julho, já estamos a preparar a nossa presença em alguns eventos de referência. Como é hábito, a Xpand IT faz questão de participar em eventos organizados por outras empresas de referência, porque demonstrar o nosso expertise é um dos nossos grandes objetivos ao longo do ano. Para além disso, queremos sempre estar onde está a inovação. Por isso é importante para nós compreender as novas tendências, discutir novas tecnologias com os nossos pares e descobrir novas abordagens.

DSPA Insights: 19 e 20 de setembro

O primeiro evento no qual estaremos presentes será o DSPA Insights 2019. Este é um evento organizado pela Associação Portuguesa de Data Science, cujo foco principal é debater o que de melhor se faz nas áreas de data science e de inteligência artificial, tanto a nível nacional como a nível internacional. Esta será a segunda edição desta conferência, que se irá realizar no campus da Nova SBE, nos dias 19 e 20 de setembro.

Porque este ano lançámos a nova unidade de Data Science, faz sentido para a Xpand IT marcar presença neste evento, abordar diferentes formas de encarar diferente projetos que tem vindo a desenvolver e apresentar alguns pontos de vista em relação a esta nova área de atuação, através de uma apresentação com o título: Operationalize Dara Science Solutions – How to tackle Enterprise Challenges.

IDC Directions 2019: 17 de outubro

A segunda conferência externa na qual iremos participar será organizada pela IDC e é, hoje em dia, um evento de referência na área das tecnologias de informação em Portugal. O IDC Directions 2019 decorrerá no dia 17 de outubro, no Centro de Congressos do Estoril – à semelhança das edições dos anos anteriores – e, para 2019, o mote é: Multiplied Innovation: Scaling a Technology Revolution.

São esperados mais de 1400 participantes, e cerca de 30 oradores de várias empresas de referência em Portugal, entre os quais Serge Findling, Vice President of Research, Digital Transformation da IDC; Heath Salwner, Start with Why Igniter (Simon Sinek Disciple).

Como habitual, a Xpand IT estará presente enquanto Silver Expositor, e terá um stand no piso superior, no qual garantirá dinâmicas sempre voltadas para as áreas tecnológicas em que atua.

Web Summit 2019: 4 a 7 de novembro

A Web Summit é já uma conferência de referência mundial, na qual as maiores tecnológicas se juntam para inspirar, apresentar inovações, e fomentar negócio. Este é um evento que se caracteriza por juntar alguns dos melhores oradores do mundo, provenientes de várias áreas, mas também grandes investidores e empresários, que procuram apostar em novas tecnologias ou em start-ups promissoras.

A Xpand IT estará, mais uma vez, presente nesta conferência, este ano com um espaço maior, mais interativo, e com a promessa de novas dinâmicas. Visitem-nos no stand, conheçam os nossos projetos, e levem convosco os nossos brindes!

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Novo mercado estratégico: chegámos à Suécia!

A Xpand IT é uma empresa portuguesa, com capital português, e a dimensão nacional que já atingiu é, de facto, extraordinária. Terminou o ano de 2018 com um crescimento de 45% e uma faturação a rondar os 15 milhões de euros, o que levou à distinção alcançada no ano de 2019 no Ranking do Financial Times (FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies). A Xpand IT foi uma das três tecnológicas portuguesas a estar presente neste importante Ranking.

No entanto, na Xpand IT queremos crescer sempre mais. Queremos partilhar o nosso expertise pelos quatro cantos do mundo e levar um pouco da nossa cultura a todos os nossos clientes. E a verdade é que a participação internacional da Xpand IT tem também crescido substancialmente, tendo fechado o ano anterior com um total de 46,5% das suas receitas provenientes de clientes internacionais.

Este crescimento tem sido sustentado por dois fortes eixos de atuação: a exploração de mercados estratégicos, como por exemplo, Alemanha e Reino Unido (onde já temos uma subsidiária e escritório) mas também pela forte alavancagem a nível de produto que se tem registado. O Xray e o Xporter, ambos bastante associados ao ecossistema Atlassian, são utilizados por mais de 5000 clientes, em mais de 90 países! Para este ano estão previstos lançamentos de novos produtos, em áreas como Inteligência Artificial (Digital Xperience) ou Business Intelligence.

Este ano, a estratégia de internacionalização da Xpand IT passa por apostar em novos mercados estratégicos na Europa: os países nórdicos. A Suécia será o primeiro país a estar sob foco, mas o objetivo é alargar as iniciativas aos restantes: Noruega, Dinamarca e Finlândia.

Esta aposta prende-se com o facto de já existirem diversas iniciativas comerciais neste mercado, e pelo incentivo de alguns dos nossos parceiros, como a Microsoft, Hitachi Vantara ou Cloudera, que já se encontram bem estabelecidos em países como a Suécia. Para além disso, o facto de as barreiras culturais e diferença horária não serem significativas, faz com que esta seja uma das nossas apostas para o ano de 2019.

Para Paulo Lopes, CEO & Senior Partner da Xpand IT: “Temos um enorme orgulho no crescimento que a empresa tem alcançado nos últimos anos e a nossa expectativa é que este sucesso se continue a verificar. O processo de internacionalização da Xpand IT já conta com alguns anos, sendo estamos a entrar numa 2ª fase, onde iremos apostar mais fortemente novos mercados onde sabemos que a nossa expertise tecnológica, aliada a uma equipa e cultura únicas, podem realmente fazer a diferença. Acreditamos que a Suécia é a aposta certa para a entrada no mercado dos países nórdicos. Em breve iremos dar mais novidades sobre esta aposta!…”

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Zwoox – Simplifica a ingestão de dados

O Zwoox é uma ferramenta de ingestão de dados, desenvolvida pela Xpand IT, e que facilita a importação e estruturação de dados para um cluster Hadoop.

Esta é uma ferramenta altamente escalável dado que se encontra totalmente integrada no Cloudera Enterprise Data Hub e tira total proveito de várias tecnologias Hadoop, como Spark, Hbase e Kafka. Com o Zwoox a necessidade de codificar data pipelines “à mão” é eliminada, qualquer que seja a fonte de dados.

Uma das maiores vantagens do Zwoox é o facto de acelerar a ingestão de dados, oferecendo inúmeras opções no que à importação de dados diz respeito permitindo inclusive replicar RDBMS DML em near real-time para estruturas de dados Hadoop.

Apesar de existirem várias ferramentas que permitem a importação de dados para clusters Hadoop, só com o Zwoox é possível efetuar esta importação de forma acessível, eficiente e altamente escalável, persistindo os dados em HDFS (com tabelas Hive) ou Kudu.

Algumas das possibilidades que o Zwoox oferece:

  • Automação de particionamento em HDFS;
  • Tradução de data types;
  • Carregamento total ou por deltas;
  • Tabelas de audit (com full history) sem impactos na performance;
  • Derivação de novas colunas de funções pré-definidas ou código “pluggable”;
  • Integração operacional com o Cloudera Manager.

Esta ferramenta encontra-se disponível no Cloudera Solutions Center e estará brevemente no site da Xpand IT. Por enquanto, pode também consultar o documento informativo sobre o produto.

Se precisa de saber mais sobre o Zwoox ou sobre ingestão de dados, contacte-nos.

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Tecnologia biométrica de reconhecimento

Hoje, mais do que nunca, é fundamental que os utilizadores se sintam seguros ao utilizar um serviço, uma aplicação móvel ou a efetuar a inscrição num website. A prioridade para estes utilizadores é saber que os seus dados estarão, de facto, protegidos. Desta forma, a tecnologia biométrica de reconhecimento desempenha um papel fundamental, já que é uma das formas mais seguras e eficazes de autenticar o acesso dos utilizadores aos seus dispositivos móveis, às suas contas pessoais de e-mail ou mesmo às suas contas bancárias online.

A biometria tem-se tornado, então, uma das formas mais rápidas, seguras e eficazes de oferecer proteção aos indivíduos, não só por ser um dos requisitos de autenticação de cada pessoa enquanto cidadão de um país – ou não fosse a impressão digital um dos dados recolhidos e armazenados para efeitos de documentação legal – como por ser a maneira mais casual (e fiável) de proteger os nossos telemóveis. As vantagens de utilização de tecnologia biométrica de reconhecimento são, então, a eficácia, a precisão, a conveniência e a escalabilidade.

Nas TI, a biometria encontra-se maioritariamente ligada à verificação da identidade de alguém, através das suas características físicas ou comportamentais – impressão digital, reconhecimento facial, reconhecimento de voz ou mesmo a identificação da retina/ íris. Refere-se, então, a tecnologias que medem e analisam as características do corpo humano como forma de permitir ou negar acessos.

Mas como funciona esta identificação no backend? É utilizado um software que identifica pontos específicos dos dados apresentados, que são como pontos de partida. Estes pontos de partida são processados e transportados até uma base de dados que, por sua vez, utiliza um algoritmo que converte as informações num valor numérico. É este valor que irá ser comparado com a entrada biométrica registada do utilizador que o scanner detetou, e a sua autenticação é aprovada ou negada, consoante exista correspondência ou não.

O processo de identificação pode ser efetuado de duas formas: comparação de um-valor-para- muitos ou de um-valor-para-um. O processo de identificação de um-valor-para-muitos acontece quando uma amostra de um utilizador é submetida num sistema e comparada com amostras de outros indivíduos; já o processo de autenticação de um-valor-para-um funciona com apenas um utilizador, comparando os dados fornecidos com os dados anteriormente submetidos – como acontece  nos nossos dispositivos móveis.

Existem inúmeros tipos de leitura biométrica, sendo que estes são os mais comuns:

  1. Impressão digital (uma das tecnologias biométricas de identificação mais utilizadas e mais económicas, já que apresenta um grau de precisão bastante considerável. Na verificação de uma impressão são analisados vários pontos do dedo, como terminações e arcos únicos). Exemplos: aplicações Médis, MBWay ou Revolut;
  2. Reconhecimento facial (através de uma imagem facial do utilizador, constituída por vários pontos de identificação da face, é possível definir distâncias entre olhos e nariz, por exemplo, a estrutura óssea e os contornos de cada componente do rosto. Esta forma de leitura pode apresentar falhas consoante o utilizador tenha óculos de sol ou barba). Exemplo: Face ID da Apple;
  3. Reconhecimento de voz (a identificação é feita através de uma análise aos padrões de voz de cada indivíduo, juntando uma combinação entre fatores físicos e comportamentais. No entanto, não é das formas de reconhecimento mais fiáveis). Exemplos: Siri, da Apple, ou Alexa, da Amazon;
  4. Identificação pela íris/ pela retina (menos utilizada, a identificação pela íris/ retina acontece com o armazenamento dos contornos e padrões geométricos existentes – no caso da íris – e com a identificação de um indivíduo através de vasos sanguíneos no fundo dos olhos – no caso da retina. A garantia de fiabilidade é muito elevada, mas o custo é muito alto, o que faz com que não seja utilizada de forma massiva). Leia este artigo sobre identificação de identidade no setor da banca;
  5. Estilo de escrita (biometria comportamental baseada no tipo de escrita) (por fim, outra forma de autenticar um utilizador, é através da sua escrita – por exemplo, uma assinatura – já que a pressão no papel, a velocidade de escrita ou os movimentos exercidos no ar são muito difíceis de imitar. Esta é uma forma de autenticação mais antiga, utilizada fundamentalmente pela banca). Veja o artigo sobre a Read API, Microsoft Azure.
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Sorteio Agile Portugal 2019 – Termos e Condições

Termos e Condições de Participação no Sorteio de 2 bilhetes para o evento Agile Portugal 2019

A participação no sorteio “Bilhetes para o evento Agile Portugal 2019 – Porto” é promovida pela Xpand Solutions – Informática e Novas Tecnologias, Lda (adiante designada por Xpand IT) e implica a total aceitação dos Termos e Condições de Participação aqui designados.

Regras de participação:

  1. O sorteio é online e decorrerá de dia 24 de maio de 2019 até 28 de maio de 2019 nas contas oficiais de Facebook – https://www.facebook.com/XpandITPortugal/ e LinkedIn – https://www.linkedin.com/company/xpand-it da Xpand IT. A Xpand IT reserva-se o direito de alterar as datas do sorteio.
  2. São válidas as participações no sorteio que cumpram todos os seguintes requisitos:
  • Maiores de 18 anos;
  • Residentes em Portugal;
  • Atuais ou novos seguidores das contas oficiais de Facebook e LinkedIn que participem no sorteio;
  • Pessoas com contas ativas no Facebook e LinkedIn e cujos perfis à data da participação sejam passíveis de identificação como pertencentes às pessoas que as utilizam;
  • Pessoas que não estejam envolvidas ou tenham vínculo com as promotoras do Agile Portugal 2019 bem como com a Xpand IT.
  1. O sorteio destina-se a oferecer exclusivamente 2 bilhetes individuais para o evento Agile Portugal 2019 (https://2019.agilept.org/), a decorrer no dia 31 de maio, no Porto.
  2. O apuramento dos vencedores será feito pela Xpand IT através de sorteio aleatório com recurso à plataforma random.org.
  3. É proibida a participação no sorteio da Xpand IT para fins contrários à Lei e que sejam suscetíveis de causar prejuízo a terceiros, ou que, de qualquer forma, lesionem a sua honra, dignidade, imagem, intimidade, crenças, ideologias, crenças religiosas ou qualquer outro direito reconhecido legalmente. O participante não pode assumir a identidade de outra pessoa utilizando para o efeito dados de identificação desta.

Modo e condições de participação

  1. A participação no sorteio deve ser feita exclusivamente da seguinte forma:
    • Seguir a conta oficial de Facebook e LinkedIn da Xpand IT;
    • Fazer like no post do Facebook e LinkedIn da Xpand IT sobre o Agile Portugal 2019;
    • Fazer 1 (um) comentário e “taggar” dois amigos no post. 
  2. Serão aceites todas as participações feitas até às 10h00 do dia 28 de maio.
  3. Por cada conta de Facebook e LinkedIn será validado para efeitos do sorteio 1 (um) comentário.
  4. Não serão validados quaisquer comentários que contenham afirmações com linguagem imprópria, conteúdos difamatórios e/ou caluniosos, que sejam suscetíveis de causar prejuízo a terceiros e de lesionar a dignidade, honra, crenças e imagem de outras entidades ou utilizadores de contas de Facebook ou LinkedIn. A Xpand IT reserva-se o direito de eliminar comentários e/ou bloquear contas que tenham os comportamentos acima descritos.
  5. O sorteio realiza-se no dia útil em que o sorteio termina, após as 10h00 do dia 28 de maio.
  6. A comunicação aos vencedores é feita através de mensagem privada na conta de Facebook ou LinkedIn e só se concretiza após a indicação pelo utilizador dos seguintes dados pessoais:
    • nome (primeiro e apelido);
    • email profissional válido;
    • empresa.
  7. A comunicação dos vencedores é feita através das contas oficiais de Facebook e LinkedIn da Xpand IT, com identificação das contas vencedoras através de um post.
  8. Será disponibilizada online, no portal https://www.xpand-it.com/pt-pt/, na área exclusiva do sorteio, uma página web com toda a informação, termos e condições de participação sobre o sorteio.

Entrega do prémio

  1. Os 2 bilhetes de entrada no evento Agile Portugal 2019 serão entregues por email (através do email profissional fornecido), ao longo do dia 28 de maio.
  2. A entrega do prémio é da inteira responsabilidade da Xpand IT não podendo ser assumida por outra entidade ou pelos promotores do evento.
  3. A Xpand IT pode dar lugar à substituição do prémio a todo o tempo, comunicando assim que possível aos vencedores.
  4. Cada bilhete é individual e intransmissível, não podendo ser substituído no dia por outro prémio, convertido em dinheiro ou transmitido a outra pessoa, por qualquer razão.
  5. Em caso de cancelamento do evento, não haverá lugar ao reembolso do prémio.

Tratamento de dados pessoais

  1. A Xpand IT garante a reserva da identidade de cada participante.
  2. A Xpand IT, nos fins estritos de desenvolvimento e persecução do sorteio, irá recolher e fazer o tratamento dos dados dos participantes vencedores, podendo incluir os mesmos num ficheiro de propriedade exclusiva da Xpand IT, que os salvaguardará.
  3. Os participantes vencedores poderão exercer os seus direitos de cancelamento e/ou retificação dos seus dados mediante solicitação escrita dirigida à Xpand IT ou através do email data.protection@xpand-it.com.
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5 livros de Business Intelligence que não pode deixar de ler

Na Xpand IT, acreditamos que Business Intelligence vai muito para além de relatórios e dashboards: somos experts em soluções de BI, e desenvolvemos projetos sempre com o intuito de acrescentar valor aos negócios. São muitas as empresas que já apostam em softwares de análise de dados e que reconhecem o potencial que a recolha de insights representa para as organizações. No entanto, ainda existe uma franja de empresas que não reconhecem o devido valor à análise de dados internos e que não os fornecem, por sua vez, aos seus clientes. Por isso, reunimos um conjunto de 5 livros de Business Intelligence que não pode deixar de ler, se quiser apostar numa estratégia de BI completa e adequada à sua realidade. Na era digital, escolhemos formatos físicos para ajudá-lo a compreender as estratégias de BI modernas que pode implementar, e que vão muito para além do padrão comum.

Como disse John Owen: “Data is what you need to do analytics. Information is what you need to do business.”

1. Business Intelligence Guidebook: From Data Integration to Analytics

Rick Sherman – 1ª edição, novembro 2014

Este livro é um dos livros mais completos sobre os temas de Business Intelligence e Data Integration, e aborda desde os tópicos mais simples até às arquiteturas mais complexas. O autor garante que, depois de ler este livro, será capaz de desenvolver um projeto de BI e de lançá-lo, geri-lo e entregá-lo a tempo e dentro do budget. Conseguirá, ainda, implementar uma estratégia completa na sua empresa – utilizando o suporte das ferramentas indicadas.

Se aquilo que procura é uma fonte de informação fidedigna que lhe explique quais as melhores práticas, as melhores abordagens, e que lhe apresente um overview completo de todo o ciclo de vida de um projeto de BI, adaptável a empresas de qualquer dimensão, não procure mais: este é o livro indicado.

2. Data Strategy: How to Profit from a World of Big Data, Analytics and the Internet of Things

Bernard Marr – 1ª edição, abril 2017

O autor parte da premissa de que menos de 0.5% dos dados gerados estão a ser, neste momento, analisados e utilizados, e constrói uma narrativa que pretende convencer os líderes das empresas a apostar em estratégias de de Business Intelligence, focando-se nas mais-valias para o crescimento dos negócios.

Complementado com casos de estudo e exemplos reais, este exemplar explica como traduzir os dados gerados pelas empresas em insights de apoio a tomadas de decisão estratégicas, com o objetivo de melhorar a performance e o negócio das empresas através da conjugação entre Big Data, Analytics e Internet of Things.

3. Agile Data Warehouse Design: Collaborative Dimensional Modeling, from Whiteboard to Star Schema

Lawrence Corr e Jim Stagnitto – 1ª edição, novembro 2011

Este é um livro para os profissionais que procuram implementar os requisitos de Data Warehousing e de Business Intelligence e torná-los em modelos dimensionais, através da BEAM (Business Event Analysis & Modeling) – uma metodologia agile para os modelos dimensionais que tem como objetivo melhorar a comunicação entre os designers do Data Warehouse, os BI stakeholders e todo o departamento de desenvolvimento de ambas as partes.

Se pretende implementar esta metodologia na sua empresa ou se, apenas, tem curiosidade em saber mais sobre esta abordagem, aconselhamos a explorar este livro que inclui, entre outros, tópicos como: data modeling, visual modelling, ou data stories, utilizando os 7 Ws (who, what, when, how many, why and how).

4. Successful Business Intelligence: Unlock the Value of BI & Big Data

Cindi Howson – 2ª edição, novembro 2013

Não é o exemplar mais recente, mas a riqueza de informação que traz faz com que continue a ser um dos grandes livros sobre Business Intelligence que não pode mesmo deixar de ler. A autora, Research Vice President na Gartner e BI Analyst, levou a cabo um estudo cujo objetivo foi identificar as estratégias de analytics implementadas por alguns dos maiores players no mercado.

Este livro é mais do que um exemplar teórico, é um manual valioso que conta histórias e abordagens de sucesso a BI, e que explica porque é que as estratégias a implementar não podem ser iguais para todas as empresas. Para além disso, inclui dicas sobre como conseguir um bom alinhamento entre a estratégia de BI e os objetivos de negócio de uma empresa. Sem dúvida, um dos melhores livros sobre esta temática.

5. Business Intelligence – Da Informação ao Conhecimento

Maribel Yasmina Santos e Isabel Ramos – 3ª edição, setembro 2017

Este é o único livro de origem portuguesa na lista, e é bastante completo, já que explica desde o conceito mais básico da análise de dados, até à demonstração de como as tecnologias de BI são utilizadas – através do armazenamento em Data Warehouses até à análise destes dados (On-Line Analytical Processing e Data Mining), e de como o conhecimento adquirido pode ser aproveitado pelas empresas para sustentarem as suas tomadas de decisão.

Um livro obrigatório, quer seja um profissional da área à procura de uma fonte de informação complementar, quer procure motivos para implementar uma estratégia de Business Intelligence na sua empresa.

Se precisa de saber mais sobre algum dos tópicos acima mencionados, ou se pretende implementar uma estratégia de BI, fale connosco!

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ITIL: boas práticas para melhorar o seu IT Service Management

ITIL é um acrónimo para Information Technology Infrastructure Library e é um conjunto de boas práticas que permitem melhorar a operação e a gestão de todos os serviços de IT de uma empresa. Quando implementado pelas organizações, este conjunto de práticas torna-se uma mais-valia inequívoca, uma vez que apresenta vantagens como a melhor gestão de riscos, o fortalecimento das relações com os clientes, a melhoria da produtividade e mesmo a redução de custos.

Desenvolvida no ano de 1980 pela Central Computer and Telecommunications Agency (CCTA) – pertencente ao governo Britânico – esta é a principal framework que permite estabelecer um bom IT Service Management (ITSM). Começou por ter mais de 30 livros, que aglomeravam inúmeras fontes de informação e que descreviam as boas práticas que as TI deveriam seguir. Neste momento, a ITIL conta com cinco livros que abordam os vários processos e funções (sendo 26 o número total de processos que podem ser adotados pelas empresas).

Em 2005 esta framework foi finalmente reconhecida e adquiriu o selo de aprovação ISO/IEC 20000 Service Management, por se encontrar em conformidade com o standard pretendido e por estar alinhado, de facto, com as melhores práticas em Tecnologias da Informação.

A ITIL sofreu algumas revisões ao longo da sua história e conta já com 4 versões, tendo a última sido lançada no início de 2019. Esta versão, mais atual, mantém um enorme foco e preocupação com a automatização de processos, de forma a otimizar o tempo dos profissionais, e com a integração dos departamentos de IT nos negócios – de forma a melhorar a comunicação entre equipas e pessoal técnico e não técnico. A versão 4 apresenta novas formas de responder aos desafios da tecnologia moderna, e pretende caminhar para ser cada vez mais agile e colaborativa.

Para implementar ITIL numa empresa não basta ler os livros existentes. É necessário ter profissionais dedicados a esta área, com o mindset indicado, e garantir formações e certificações tanto para a empresa como para esses profissionais. A certificação, de acordo com a versão 4 do ITIL, divide-se em dois patamares: ITIL Foundation e ITIL Master – cada um com os seus exames e conteúdos programáticos. No módulo ITIL Foundation existem duas possibilidades: a certificação ITIL Managing Professional (que oferece certificação como ITIL Specialist) e a certificação ITIL Strategic Leaders (que, por sua vez, inclui certificado para ITIL Strategist e ITIL Leader). Após completar as certificações do nível Foundation, pode dar o salto para o nível Master – a certificação mais elevada que pode ter no ITIL 4. No quadro abaixo pode verificar o esquema completo:

ITIL

O ITIL divide-se em cinco grandes áreas – Service Strategy; Service Design; Service Transition; Service Operations e Continual Service Improvement – sendo que cada área apresenta os seus processos. Embora esta framework apresente, ao todo, 26 processos, não é necessário que as empresas os adotem na sua totalidade. Cabe aos profissionais de IT, e, no limite, ao CTO, definir quais os procedimentos a integrar nas equipas. Aqui ficam alguns exemplos dos processos mais utilizados:

ITIL
Ana LamelasITIL: boas práticas para melhorar o seu IT Service Management
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Xpand IT entra no ranking FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies

É com muito orgulho que a Xpand IT anuncia a sua entrada no ranking Europe’s Fastest Growing Companies, do reconhecido jornal internacional Financial Times! Com um crescimento sustentado que ultrapassou os 45% em 2018, a Xpand IT foi considerada uma das 1000 empresas em toda a Europa que mais depressa cresceu, tendo em conta os resultados consolidados entre 2014 e 2017.

Mais de 10 Milhões de faturação e cerca de 195 colaboradores foram os números que nos garantiram um lugar nesta lista, sendo que desde então já demos o salto para 15 Milhões de faturação e para mais de 245 colaboradores. Assim, das três empresas tecnológicas portuguesas presentes no ranking, a Xpand IT é a que apresenta melhores resultados a nível de faturação e de aquisição de novo talento.

Para Paulo Lopes, CEO & Senior Partner da Xpand IT, “Integrar o ranking Europeu FT 1000 é o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver nos últimos anos. Somos reconhecidos pelo nosso know-how e expertise na área tecnologia, mas também por uma equipa e cultura únicas, focada na excelência e inovação, o que torna mais fácil atingirmos este tipo de resultados.”

O objetivo para este ano será manter a tendência de crescimento, não só através da expansão para novos mercados, mas também com o aumento da equipa, que em 2019 se espera que chegue ao redondo número de 300 Xpanders!

Ana LamelasXpand IT entra no ranking FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies
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